{"id":88858,"date":"2022-02-16T10:24:15","date_gmt":"2022-02-16T13:24:15","guid":{"rendered":"https:\/\/tvtecjundiai.com.br\/news\/?p=88858"},"modified":"2022-02-16T10:27:19","modified_gmt":"2022-02-16T13:27:19","slug":"nova-variante-da-covid-19-como-cientistas-brasileiros-detectam-ba-2-no-pais%ef%bf%bc","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tvtecjundiai.com.br\/news\/2022\/02\/16\/nova-variante-da-covid-19-como-cientistas-brasileiros-detectam-ba-2-no-pais%ef%bf%bc\/","title":{"rendered":"Nova variante da COVID-19: como cientistas brasileiros detectam BA.2 no pa\u00eds"},"content":{"rendered":"\n<p>A detec\u00e7\u00e3o das novas variantes do coronav\u00edrus acontece gra\u00e7as \u00e0 vigil\u00e2ncia gen\u00f4mica, uma estrutura formada por laborat\u00f3rios, equipamentos e, claro, cientistas capazes de receber amostras de pacientes com COVID-19, fazer o sequenciamento gen\u00e9tico desse material e determinar qual linhagem do v\u00edrus est\u00e1 circulando por uma determinada regi\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi esse trabalho, ali\u00e1s, que conseguiu identificar os primeiros casos de infec\u00e7\u00e3o relacionados \u00e0 BA.2 no Brasil, uma variante &#8220;prima-irm\u00e3&#8221; da \u00f4micron que parece ser ainda mais transmiss\u00edvel e se tornou dominante em locais como Dinamarca e \u00cdndia.<\/p>\n\n\n\n<p>Pelo que se sabe at\u00e9 o momento, as primeiras amostras de brasileiros infectados com essa nova linhagem v\u00eam do Rio de Janeiro e S\u00e3o Paulo, com dois casos em cada estado, de acordo com as informa\u00e7\u00f5es divulgadas recentemente pelo Minist\u00e9rio da Sa\u00fade.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1200\" height=\"801\" src=\"https:\/\/tvtecjundiai.com.br\/news\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2021\/09\/testes_pcr_us_anhangabau-93-1200x801.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-82012\" srcset=\"https:\/\/tvtecjundiai.com.br\/news\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2021\/09\/testes_pcr_us_anhangabau-93-1200x801.jpg 1200w, https:\/\/tvtecjundiai.com.br\/news\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2021\/09\/testes_pcr_us_anhangabau-93-300x200.jpg 300w, https:\/\/tvtecjundiai.com.br\/news\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2021\/09\/testes_pcr_us_anhangabau-93-768x512.jpg 768w, https:\/\/tvtecjundiai.com.br\/news\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2021\/09\/testes_pcr_us_anhangabau-93.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>A virologista Paola Resende, pesquisadora do Laborat\u00f3rio de V\u00edrus Respirat\u00f3rios e Sarampo do Instituto Oswaldo Cruz (IOC\/Fiocruz), \u00e9 uma das cientistas que fazem parte da estrutura de vigil\u00e2ncia gen\u00f4mica do Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p>Como o pr\u00f3prio nome adianta, o centro onde ela trabalha \u00e9 refer\u00eancia na investiga\u00e7\u00e3o de v\u00edrus respirat\u00f3rios para o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade.<\/p>\n\n\n\n<p>A especialista explica que, desde que a \u00f4micron foi detectada pela primeira vez na \u00c1frica do Sul e em Botsuana em novembro de 2021, algumas linhagens derivadas dela foram descobertas em outras partes do mundo.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;A \u00f4micron &#8216;cl\u00e1ssica&#8217; \u00e9 conhecida por B.1.1.529. Dentro desse grupo, temos algumas outras linhagens, como a BA.1, a BA.1.1, a BA.2 e a BA.3&#8221;, explica.<\/p>\n\n\n\n<p>O surgimento de novas vers\u00f5es virais \u00e9 algo esperado: conforme o v\u00edrus &#8220;pula&#8221; de uma pessoa para outra e se replica dentro das nossas c\u00e9lulas, ele sofre muta\u00e7\u00f5es aleat\u00f3rias no c\u00f3digo gen\u00e9tico. Algumas dessas modifica\u00e7\u00f5es n\u00e3o d\u00e3o em nada. Outras, por\u00e9m, podem aprimorar a capacidade de transmiss\u00e3o, de escape imunol\u00f3gico ou at\u00e9 de agressividade do pat\u00f3geno.<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda segundo a virologista, embora a BA.2 tenha ganhado os holofotes nas \u00faltimas semanas, ela ainda est\u00e1 presente numa minoria das amostras analisadas.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;A BA.1 e a BA.1.1 s\u00e3o as que apresentam maior dissemina\u00e7\u00e3o global e uma r\u00e1pida dispers\u00e3o. A BA.2 come\u00e7ou a se destacar em alguns pa\u00edses, como a Dinamarca, onde ela est\u00e1 em cerca de 35% dos genomas sequenciados&#8221;, calcula.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Mas, quando olhamos o cen\u00e1rio global, ela \u00e9 detectada em cerca de 2% das amostras&#8221;, compara Resende.<\/p>\n\n\n\n<p>O geneticista David Schlesinger, CEO da Mendelics, um laborat\u00f3rio privado que tamb\u00e9m integra a rede de vigil\u00e2ncia gen\u00f4mica de S\u00e3o Paulo, explica que a \u00f4micron BA.1 j\u00e1 era um dos v\u00edrus mais infecciosos que surgiram nos \u00faltimos 100 anos.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;E a BA.2 \u00e9 mais transmiss\u00edvel ainda&#8221;, aponta.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Ela poderia ter sido catastr\u00f3fica caso n\u00e3o tiv\u00e9ssemos um contingente de pessoas com um bom n\u00edvel de imunidade pela vacina\u00e7\u00e3o e pelos casos pr\u00e9vios, que seguem protegendo contra quadros mais graves na maioria das vezes&#8221;, avalia.<\/p>\n\n\n\n<p>Um estudo dinamarqu\u00eas divulgado no final de janeiro mostrou que a BA.2 \u00e9 33% mais infecciosa que a BA.1 \u2014 que, por sua vez, j\u00e1 tinha uma capacidade de espalhamento bem superior \u00e0s variantes alfa, beta, gama e delta.<\/p>\n\n\n\n<p>E \u00e9 justamente essa maior transmissibilidade que ajudaria a explicar como essa nova vers\u00e3o viral se tornou dominante na Dinamarca, superando a \u00f4micron &#8220;original&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, Resende pondera que o comportamento de uma variante num determinado local nem sempre se repete em outras partes do mundo.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Basta analisarmos o que ocorreu com as variantes anteriores. A alfa dominou no Reino Unido, mas teve uma a\u00e7\u00e3o limitada por aqui. J\u00e1 a gama, que foi respons\u00e1vel pela onda que acometeu o Brasil no primeiro semestre de 2021, n\u00e3o foi bem-sucedida fora da Am\u00e9rica Latina&#8221;, ensina.<\/p>\n\n\n\n<p>A pr\u00f3pria delta, que teve uma a\u00e7\u00e3o r\u00e1pida e devastadora em lugares como \u00cdndia e Estados Unidos, demorou quase tr\u00eas meses para se alastrar e virar dominante no Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Isso depende muito da din\u00e2mica local, de quantas pessoas vulner\u00e1veis existem ali, quais s\u00e3o as outras linhagens que dominam&#8221;, lista.<\/p>\n\n\n\n<p>Essas experi\u00eancias pr\u00e9vias, portanto, sinalizam que n\u00e3o d\u00e1 muito pra saber como a BA.2 vai se comportar em cada cen\u00e1rio \u2014 o que s\u00f3 refor\u00e7a o trabalho constante das equipes de vigil\u00e2ncia gen\u00f4mica.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Um Brasil mais vigilante<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Schlesinger conta que, todas as semanas, a Mendelics seleciona de forma aleat\u00f3ria e an\u00f4nima cerca de 90 amostras de pacientes com COVID-19 e faz o sequenciamento gen\u00e9tico delas. A ideia \u00e9 ter uma ideia de como est\u00e1 a distribui\u00e7\u00e3o das variantes do coronav\u00edrus.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Entre o fim de janeiro e o in\u00edcio de fevereiro, detectamos um caso de BA.2&#8221;, diz.<\/p>\n\n\n\n<p>Na semana seguinte, por volta do dia 7\/2, uma nova rodada de sequenciamentos n\u00e3o encontrou nenhum caso provocado por essa linhagem espec\u00edfica.<\/p>\n\n\n\n<p>No caso da BA.1, o laborat\u00f3rio acompanhou um crescimento exponencial. &#8220;Na primeira semana de janeiro, ela estava em 15% das amostras. Na segunda, subiu para 80%. Na terceira, para 94%. No in\u00edcio de fevereiro, ela foi detectada em 100% dos sequenciamentos&#8221;, compara.<\/p>\n\n\n\n<p>A BA.2 vai seguir a mesma trajet\u00f3ria por aqui? Ainda \u00e9 cedo para dizer, avaliam os especialistas. &#8220;Precisamos acompanhar e ver se ela vai seguir o mesmo padr\u00e3o da BA.1 ou n\u00e3o&#8221;, responde Schlesinger.<br>Resende explica que o sistema de vigil\u00e2ncia gen\u00f4mico brasileiro evoluiu bastante nos \u00faltimos meses e est\u00e1 bem mais estruturado do que no come\u00e7o da pandemia, o que permite identificar a BA.2 ou outras variantes com mais rapidez.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;A hist\u00f3ria mudou. Quem diz que o Brasil n\u00e3o tem uma boa vigil\u00e2ncia gen\u00f4mica desconhece todos os avan\u00e7os que tivemos recentemente&#8221;, defende.<\/p>\n\n\n\n<p>O n\u00famero de sequenciamentos de amostras, de fato, aumentou bastante. De acordo com o site da Rede Gen\u00f4mica Fiocruz, em outubro de 2020, o Brasil colocou pouco mais de 500 sequenciamentos no Gisaid, plataforma online onde cientistas do mundo todo compartilham informa\u00e7\u00f5es dos genomas do coronav\u00edrus.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 em setembro de 2021, o pa\u00eds fez quase 12 mil sequenciamentos, um crescimento de 24 vezes na frequ\u00eancia mensal de exames do tipo.<\/p>\n\n\n\n<p>No final do ano passado, essa taxa voltou a cair um pouco. Mas isso tem a ver com a queda nos casos de COVID-19 por aqui, justifica a virologista \u2014 em janeiro, com o avan\u00e7o da \u00f4micron, os sequenciamentos voltaram a subir novamente.<\/p>\n\n\n\n<p>Em compara\u00e7\u00e3o com a vigil\u00e2ncia gen\u00f4mica de outras partes do mundo, ainda ficamos bem para tr\u00e1s. Desde o in\u00edcio da pandemia, pesquisadores brasileiros compartilharam no Gisaid 110 mil sequenciamentos, o que representa 0,41% do total de casos diagnosticados no pa\u00eds. A porcentagem \u00e9 pr\u00f3xima ao que \u00e9 feito em pa\u00edses como Rom\u00eania, Peru, Egito e Filipinas.<\/p>\n\n\n\n<p>Os campe\u00f5es nessa rela\u00e7\u00e3o entre sequenciamentos e casos de COVID-19 s\u00e3o Nova Zel\u00e2ndia (37% dos casos s\u00e3o sequenciados), Dinamarca (16%), Isl\u00e2ndia (11%) e Reino Unido (10%).<\/p>\n\n\n\n<p>Por outro lado, \u00e9 poss\u00edvel notar um avan\u00e7o quando analisamos os n\u00fameros absolutos de sequenciamentos feitos na atual onda da \u00f4micron: o Brasil \u00e9 o 13\u00ba pa\u00eds que mais depositou informa\u00e7\u00f5es na plataforma Gisaid mais recentemente.<\/p>\n\n\n\n<p>Resende esclarece que n\u00e3o h\u00e1 necessidade de sequenciar todos os pacientes com COVID-19. &#8220;Para a vigil\u00e2ncia, precisamos selecionar uma amostragem significativa para entender a din\u00e2mica das variantes e ter um panorama geral da situa\u00e7\u00e3o.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Capacidade ampliada<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A virologista da Fiocruz conta que os 26 estados e o Distrito Federal possuem os Laborat\u00f3rios Centrais, tamb\u00e9m conhecidos pela sigla Lacen.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Os Lacens de cada unidade federativa detectam as amostras positivas para coronav\u00edrus e determinam uma amostragem representativa, ou quantas delas ser\u00e3o sequenciadas&#8221;, diz.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa amostragem representativa varia de acordo com a popula\u00e7\u00e3o de cada lugar e tamb\u00e9m com o momento da pandemia \u2014 se o n\u00famero de casos de COVID-19 est\u00e1 alto, pode ser necess\u00e1rio ampliar a quantidade de an\u00e1lises, por exemplo.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Na sequ\u00eancia, as amostras selecionadas de forma aleat\u00f3ria s\u00e3o enviadas para a rede de vigil\u00e2ncia gen\u00f4mica, da qual fazem parte a Fiocruz e diversas outras institui\u00e7\u00f5es&#8221;, complementa.<\/p>\n\n\n\n<p>A especialista tamb\u00e9m informa que os pr\u00f3prios Lacens ampliaram a estrutura e pretendem, eles pr\u00f3prios, come\u00e7ar a fazer em breve a an\u00e1lise gen\u00e9tica das amostras dos pacientes. Os laborat\u00f3rios centrais de S\u00e3o Paulo, Minas Gerais e Bahia, inclusive, j\u00e1 possuem essa tecnologia em uso atualmente.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;E isso certamente vai ficar como um legado para as futuras epidemias que a gente vai enfrentar&#8221;, antev\u00ea.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Podemos utilizar essa mesma estrutura para analisar geneticamente os casos de influenza, zika, chikungunya, dengue\u2026&#8221;, exemplifica.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Mas, afinal, o que vai acontecer com a BA.2?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Enquanto a vigil\u00e2ncia gen\u00f4mica faz o monitoramento e n\u00e3o h\u00e1 muitas defini\u00e7\u00f5es se a BA.2 vai se espalhar ou n\u00e3o pelo pa\u00eds, Schlesinger especula o que pode ocorrer caso ela realmente se torne dominante por aqui.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;A BA.2 pode causar um prolongamento da onda em que estamos agora. Com isso, o n\u00famero de casos demoraria um pouco mais para cair&#8221;, avalia.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;E h\u00e1 a probabilidade de essa variante passar por algo parecido ao que vimos com a delta no Brasil, que substituiu lentamente a gama, mas n\u00e3o chegou a causar uma onda propriamente dita&#8221;, completa.<\/p>\n\n\n\n<p>Num cen\u00e1rio onde ainda temos algumas incertezas, ao menos uma coisa permanece igual: os m\u00e9todos preventivos continuam a barrar o coronav\u00edrus, independentemente da variante do momento.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;As medidas n\u00e3o farmacol\u00f3gicas s\u00e3o essenciais e continuam a valer, especialmente o uso de m\u00e1scaras de boa qualidade em locais fechados ou em aglomera\u00e7\u00f5es&#8221;, resume Resende.<\/p>\n\n\n\n<p>Manter um distanciamento f\u00edsico sempre que poss\u00edvel, cuidar da circula\u00e7\u00e3o do ar pelos ambientes e fazer a higiene das m\u00e3os com regularidade s\u00e3o outras atitudes que seguem indicadas pelas autoridades.<\/p>\n\n\n\n<p>E, claro, n\u00e3o d\u00e1 pra se esquecer da campanha de imuniza\u00e7\u00e3o contra a COVID-19. &#8220;A medida mais importante \u00e9 vacinar todo mundo o mais r\u00e1pido poss\u00edvel&#8221;, acrescenta Schlesinger.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;N\u00e3o existe outro avan\u00e7o na hist\u00f3ria da humanidade que teve um impacto t\u00e3o grande na sa\u00fade coletiva quanto vacinar as pessoas&#8221;, finaliza o geneticista.<\/p>\n\n\n\n<p><em><strong>(Fonte: BBC\/g1\/Imagem: Prefeitura de Jundia\u00ed)<\/strong><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Primeiras amostras de infectados com a nova linhagem v\u00eam do Rio de Janeiro e S\u00e3o Paulo<\/p>\n","protected":false},"author":30,"featured_media":82012,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[8356,1,2839],"tags":[],"class_list":["post-88858","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-jundiai","category-noticias","category-saude"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/tvtecjundiai.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/88858","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/tvtecjundiai.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/tvtecjundiai.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tvtecjundiai.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/users\/30"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tvtecjundiai.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=88858"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/tvtecjundiai.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/88858\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":88860,"href":"https:\/\/tvtecjundiai.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/88858\/revisions\/88860"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tvtecjundiai.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/media\/82012"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/tvtecjundiai.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=88858"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/tvtecjundiai.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=88858"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/tvtecjundiai.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=88858"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}