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Baixa umidade do ar no inverno pode ser prejudicial à saúde

Publicada em 21/06/2018 às 09:36

No inverno, o contágio de gripes e resfriados é mais comum por conta da baixa umidade do ar

Uma das características típicas do inverno brasileiro é o predomínio de ar seco no interior do país, dificultando a ocorrência de chuvas. No Sul, Sudeste e em parte do Centro-Oeste até ocorrem chuvas, por vezes intensas e passageiras, por causa da passagem de sistemas frontais. Em seguida à passagem de uma frente fria, é muito comum que uma massa de ar mais frio e seco perdure por alguns dias, novamente dificultando a ocorrência de chuva. Assim, de modo geral, na maior parte do Brasil, inverno é sinônimo de tempo seco.

O ar seco causa incômodo nos olhos, nariz, lábios e no trato respiratório, por ressecar as mucosas. Mucosas ressecadas são mais sensíveis e ficam sujeitas a irritações, principalmente se as coçarmos, e são mais suscetíveis a micro feridas, que facilitam a penetração de vírus e bactérias que podem desenvolver infecções de intensidades variadas. Além disso, a maioria dos vírus e bactérias sobrevive por mais tempo em ambiente seco.

Por isso, no inverno, o contágio de gripes e resfriados é mais comum. Com o ar seco, infecções oportunistas também são mais comuns, como conjuntivites. As doenças alérgicas do trato respiratório também são facilitadas e ambientes mais poeirentos incomodam bastante o nariz e os olhos. Com temperaturas mais elevadas e ar bastante seco, perde-se maior quantidade de líquidos pela transpiração. Desta forma, ao praticar atividades físicas em ambientes secos o risco de desidratação é elevado, causando variações na pressão sanguínea, variação do ritmo cardiorrespiratório, eventuais dores de cabeça e, em casos mais severos, disenteria, desmaios, etc.

Dicas para se prevenir
– Para se precaver dos efeitos nocivos à saúde provocados pela baixa umidade relativa do ar é necessário se hidratar bem, através da ingestão de líquidos, principalmente ao praticar exercícios físicos a céu aberto;

– Umidifique os olhos com colírios umectantes, sobretudo se estiver usando lentes de contato. Usar umectantes labiais também ajuda;

– Evite se expor a ambientes extremamente secos, sobretudo para pessoas imunodeprimidas ou com histórico de complicações respiratórias;

– Aumente a ventilação dos ambientes fechados, para dificultar a transmissão de patógenos por via aérea. Há aparelhos umidificadores de ar, que se usados adequadamente, conforme as instruções de fábrica, também deixam um ambiente fechado mais confortável e relativamente mais “seguro”.

(Fonte: Climatempo)


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