“Memórias Poéticas e Analógicas” propõe imersão sensível na obra de Lui Guimarães em Jundiaí
A exposição Memórias Poéticas e Analógicas, do artista Lui Guimarães, será aberta ao público no dia 2 de maio, em Jundiaí. A mostra apresenta uma travessia visual marcada por experimentação, memória e construção de narrativas íntimas, reunindo obras, séries, objetos e trabalhos inéditos produzidos ao longo dos últimos anos.


A abertura acontece às 10h30, na Galeria Sônia Cintra, localizada na Biblioteca Municipal Nelson Foot. A exposição segue em cartaz até o dia 29 de maio de 2026, com curadoria de Alex Roch.
A partir de fragmentos de papéis, fotografias antigas e recortes de revistas, o artista desenvolve composições por meio da colagem, resgatando materialidades que contrastam com a velocidade do ambiente digital contemporâneo. O gesto artesanal assume papel central na construção das obras, reforçando uma estética sensível e reflexiva.
Entre os destaques estão trabalhos ligados à trajetória pessoal do artista, como uma obra produzida ainda na infância, além de peças marcantes da carreira, incluindo participações em projetos relevantes no cenário da colagem.
A programação também inclui visitas guiadas em diferentes datas: 2 de maio (11h), 9 de maio (10h30), 13 de maio (18h) e 23 de maio (12h), ampliando o acesso do público à proposta da mostra.
Além da exposição, o projeto conta com atividades especiais em comemoração ao Dia Mundial da Collage. No dia 9 de maio, será realizada a oficina “Erotismo e Poesia” (18+), das 18h30 às 21h, no Espaço Cultural Pirilampos. A atividade é paga, com vagas limitadas e materiais inclusos.
Já no dia 16 de maio, acontece a oficina “Mesa Aberta”, das 10h às 13h, no Espaço da Gibiteca da própria biblioteca. A participação é gratuita, com inscrições no local e vagas limitadas.
Ao reunir produções de diferentes momentos, Memórias Poéticas e Analógicas estabelece conexões entre passado e presente, explorando temas como identidade, memória e visualidades afrodiaspóricas e coloniais. A mostra convida o público a desacelerar e se engajar em uma experiência contemplativa, ampliando as possibilidades de leitura do fazer artístico contemporâneo.
Fonte / Imagem: Divulgação


