14 de junho: Dia Mundial do Doador de Sangue
Você já parou e refletiu sobre o ato de doar sangue? Doar Sangue parece uma ação simples para você. Mas, para outras pessoas a sua doação é esperança, alegria, vida!
Para mostrar a importância do ato de doar sangue, a TVTEC Jundiaí foi ouvir uma doadora, que nos últimos seis anos, vem realizando a sua doação.

Michelle Araújo, 39 anos, advogada, lutadora de jiu-jitsu há 15 anos, é doadora de sangue. Para ela a prática esportiva lhe trouxe não apenas a segurança, mas disciplina e confiança.
Também por meio da prática do jiu-jitsu ela adquiriu a consciência de que o esporte é uma ferramenta de equilíbrio, saúde física e mental, além de trazer valores muito fortes de respeito, constância e superação.
O jiu-jitsu, disse Michelle, me ensinou muito sobre coletividade e cuidado com o próximo. E acho que a doação de sangue também passa por isso: entender que um gesto seu pode fazer diferença na vida de alguém.

“Eu sou doadora de sangue desde 2020. No início, eu comecei muito motivada pela ideia de poder ajudar alguém de forma concreta, mesmo sem conhecer a pessoa. Sempre ouvi falar da importância dos estoques de sangue e, quando percebi que eu podia contribuir de maneira simples e segura, decidi começar.
“Depois da primeira doação, eu senti que aquilo realmente fazia sentido pra mim. Então virou um hábito. Hoje já fiz 12 doações e tenho muito orgulho disso, porque é uma forma silenciosa, mas muito poderosa, de salvar vidas.”
Ao ser questionada sobre quantas vezes no ano ela doa sangue, Michelle disse que procura doar regularmente, respeitando todos os intervalos e critérios médicos. Em média, tento fazer entre duas e três doações por ano. “Pra mim, é importante manter essa constância, porque os hemocentros precisam de doadores o ano inteiro, não só em campanhas específicas.”
Qual o sentimento que fica em você quando está fazendo a sua doação? “É uma sensação de propósito. Você sai dali sabendo que, com poucos minutos do seu dia, pode literalmente ajudar a salvar vidas.”
Michelle costuma divulgar entre seus familiares, amigos e conhecidos a importância de ser doador de sangue. Sempre incentivo as pessoas ao meu redor, principalmente porque muita gente ainda tem medo ou falta de informação. Eu gosto de compartilhar minha experiência justamente pra mostrar que é um processo seguro, rápido e extremamente importante. Acho que quando alguém próximo doa regularmente, isso acaba inspirando outras pessoas também.
Os estoques dependem da solidariedade das pessoas. Então, sempre que posso, tento incentivar mais gente a participar dessa corrente do bem.”

Michelle comentou que na sua família infelizmente, a cultura da doação de sangue ainda não é muito presente. Mas ela acredita muito que a conscientização vem crescendo. “Hoje existe muito mais informação sobre a importância da doação, e eu sinto que o fato de eu doar regularmente também acaba incentivando as pessoas ao meu redor a olharem pra isso com mais carinho. Tenho esperança de que, em breve, outros familiares também passem a doar.”
Seu pai, é um sindicalista bem atuante em Jundiaí e região e tem divulgado as campanhas e o trabalho desenvolvido pela Colsan utilizando seus canais de comunicação para incentivar esse gesto solidário e contribuir com a conscientização da população e estimular mais pessoas a se tornarem doadoras.
Para Michelle doar sangue é um ato individual, mas a conscientização precisa ser coletiva.
Em Jundiaí, os interessados podem fazer a sua doação na sede da Colsan, localizada na Rua 15 de Novembro, 1.848.
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Mídias TVTEC Jundiaí / Imagens: Acervo Pessoal


