Dia Mundial do Rock: Em Jundiaí a Banda U.T.I. mantem viva essa paixão
A data relembra um marco, há 37 anos, em 13 de julho de 1987, ocorreu o “Live Aid”, um concerto musical que reuniu estrelas do rock com o objetivo de arrecadar doações para combater a fome na África. O evento entrou para a história como um símbolo da força transformadora do rock e inspirou a celebração do gênero em diversos países, entre eles o Brasil.

Foto: Divulgação Banda U.T.I.
Para lembrar a data e a importância do rock no cenário musical, a TVTEC Jundiaí, foi buscar para seu Portal de Notícias, uma das bandas mais antigas não apenas na cidade, mas na região, a Banda U.T.I. que há 37 anos dedica-se de corpo e alma para manter viva a paixão pelos clássicos do rock internacional.
Ao longo de sua trajetória, a U.T.I. consolidou-se por levar aos palcos apresentações marcadas pela energia, qualidade musical e forte interação com o público. Sua atuação ultrapassou as fronteiras da região de Jundiaí, marcando presença em grandes eventos e encontros de motoclubes e motociclistas, sempre levando um espetáculo que alia excelência musical, carisma e a força dos grandes clássicos do rock.
Criada por jovens músicos apaixonados pelos grandes nomes do rock internacional, a banda construiu uma história sólida, atravessando gerações e conquistando reconhecimento ao longo de quase quatro décadas. Entre os momentos que marcaram essa trajetória estão as oportunidades de abrir shows e dividir a programação de grandes eventos com importantes nomes da música brasileira, como Jota Quest, Ira!, Raimundos, Paulo Miklos, Titãs, Nenhum de Nós e CPM 22. Experiências que refletem o reconhecimento de um trabalho construído com dedicação, consistência e paixão pela música.
A forte conexão com o público também pode ser medida pela relação da banda com a tradicional Festa da Uva de Jundiaí. A cada edição, as redes sociais da U.T.I. recebem dezenas de mensagens perguntando se o grupo fará parte da programação. Para muitos frequentadores — inclusive visitantes de outras cidades que programam a viagem para o evento —, a noite de apresentação da banda tornou-se um dos momentos mais aguardados da festa, reunindo diferentes gerações em torno dos grandes clássicos do rock internacional.

Foto: Divulgação Banda U.T.I.
Misturando influências que vão do rock progressivo ao hard rock, passando pelo metal e pelo pop rock, a Banda U.T.I. apresenta um repertório que percorre os maiores sucessos das décadas de 1970, 1980, 1990 e dos anos 2000. A seleção das músicas sempre foi construída com base nos clássicos que marcaram gerações e permanecem como referências no universo do rock.
“Nosso repertório vai de A a Z, de AC/DC a ZZ Top. Buscamos sempre manter o ‘lado A’, ou seja, aquelas músicas mais conhecidas pelo público, que fizeram história e continuam em evidência até hoje”, explica Marcelo Bertola, fundador e guitarrista da banda.
As escolhas refletem também o gosto musical dos integrantes. Entre as músicas que dificilmente ficam de fora das apresentações estão “Sweet Child O’ Mine”, do Guns N’ Roses, “Don’t Stop Believin'”, do Journey, “Livin’ on a Prayer”, do Bon Jovi, além de clássicos do Iron Maiden. Já entre os momentos mais aguardados pelo público, sucessos como “Enter Sandman”, do Metallica, “The Final Countdown”, do Europe, e Simple Man, do Lynyrd Skynyrd, iniciada com gaita e que transmite emoção pura, transformam cada show em um grande coro coletivo, reafirmando a conexão entre a banda e fãs de diferentes gerações.
A formação atual reúne Ricky Abatte (vocal e guitarra), Marcelo Bertola (guitarra), Rafael Drezza (teclados), Nino Brown (contrabaixo) e Diogo Nunes (bateria). Juntos, entregam performances intensas, com presença de palco marcante, solos envolventes e interpretações que equilibram fidelidade aos clássicos e identidade própria.
Outro personagem inseparável da história da Banda U.T.I. – Última Transição Inconsciente é o irreverente Caveirão U.T.I., mascote que se tornou uma marca registrada do grupo. Sempre aguardado pelo público, ele entra em cena como parte do espetáculo e rapidamente rouba a atenção da plateia. Entre fotos, vídeos e muita interação com crianças, jovens e adultos, o Caveirão tornou-se uma atração à parte nos shows e um dos símbolos da identidade construída pela banda ao longo de sua trajetória.

Foto: Divulgação Banda U.T.I.
Mais do que a longevidade da carreira ou os palcos já percorridos, a história da Banda U.T.I. – Última Transição Inconsciente é marcada pela busca constante por evolução, pela conquista de novos públicos e pela fidelidade dos fãs que acompanham sua caminhada há décadas.
“Desde o início, nosso objetivo nunca foi apenas tocar músicas, mas proporcionar uma experiência para o público. Ver famílias inteiras cantando juntas, pessoas que acompanham a banda há décadas e jovens descobrindo esses clássicos pela primeira vez é o que nos motiva a seguir em frente. A música é alma, sentimento e entrega. É isso que levamos ao palco em cada apresentação e que faz a U.T.I. continuar viva depois de 37 anos”, afirma Marcelo Bertola.

Foto: Divulgação Banda U.T.I.
O Rock pelos “músicos”

Diogo Nunes: bateria e backing vocal
“O rock nunca vai morrer porque guarda as memórias que ninguém mais sabe tocar”.

Marcelo Bertola, guitarrista, backing vocal e fundador da banda
“O rock nunca vai morrer porque o rock não é apenas música: é atitude, liberdade, memória, energia e verdade. Enquanto existir alguém aumentando o volume no último refrão, arrepiando com um solo de guitarra ou encontrando força em uma canção, o rock continuará vivo. O rock atravessa gerações, se reinventa, incorpora novos sons e influencia diferentes estilos, mas jamais perde a sua essência: emocionar, provocar e fazer sentir. Podem mudar as épocas, a tecnologia e a forma de ouvir música, mas a emoção de um riff marcante nunca envelhece. O rock não é uma moda passageira. O rock é identidade, é paixão e é um jeito de viver”.

Nino Brown, baixista, gaitista e backing vocal
“O rock nunca vai morrer porque ele é a voz da liberdade. Cada geração que surge encontra no rock um refúgio e uma forma de gritar pro mundo o que sente. Ele se transforma, mas a alma permanece intocável”.

Rafael Drezza, tecladista e backing vocal
“O rock nunca vai morrer porque ele vive em quem sente a música, não apenas em quem a ouve”.

Ricky Abatte, vocalista e guitarrista
“O rock nunca vai morrer porque é o elixir dos ouvidos, captados pelo coração e alma de quem o escuta”.
Mídias TVTEC Jundiaí


