Desenrola amplia renegociação de dÃvidas e oferece até 90% de desconto
O governo federal lançou o Desenrola Brasil 2.0, programa para ajudar quem está endividado. A ideia é facilitar a renegociação dos valores devidos
O Desenrola Brasil foi criado para renegociar dÃvidas com atraso entre 90 dias e dois anos, de pessoas que ganham até cinco salários mÃnimos — o equivalente a 8.105 reais. A proposta envolve descontos médios de cerca de 65% e redução significativa dos juros, tornando as parcelas mais acessÃveis.

Com o programa será possÃvel usar parte do saldo do FGTS para quitar essas dÃvidas. O programa atende principalmente pessoas de baixa e média renda e inclui débitos do FIES, além de dÃvidas de pequenas empresas e produtores rurais.
A expectativa é que cerca de 20 milhões de pessoas sejam beneficiadas. A orientação para quem quiser aderir ao programa é procurar o banco onde tem a dÃvida para iniciar a negociação.
Será possÃvel negociar débitos de cartão de crédito, cheque especial, crédito direto ao consumidor e também do FIES. O programa prevê descontos que variam de 30% a 90%, com prazo de até quatro anos para pagamento e juros de, no máximo, 1,99% ao mês.
Além disso, há a possibilidade de usar até mil reais ou 20% do saldo do FGTS para quitar as dÃvidas. O limite da nova dÃvida, após os descontos, é de até 15 mil reais por pessoa, por instituição financeira, com garantia do Fundo Garantidor de Operações. O programa também inclui a renegociação de dÃvidas de micro e pequenas empresas e de agricultores familiares.
Os clientes já podem buscar atendimento. A maioria das instituições financeiras deve oferecer opções de renegociação por aplicativos, sites ou diretamente nas agências. Quem aderir ao programa ficará bloqueado por um ano em plataformas de apostas online. E, a partir de agora, dÃvidas de até 100 reais não vão mais negativar o nome do consumidor.
Especialistas alertam que, apesar das condições facilitadas, é fundamental avaliar a situação financeira antes de aderir. O ideal é não comprometer gastos essenciais, como alimentação, moradia e educação, e só assumir parcelas que caibam no orçamento.
Fonte e imagem/ Internet


