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El Niño: até dezembro, Brasil enfrenta chuvas mais fortes no Sul e secas extremas no Norte e Nordeste 

Publicada em 16/10/2026 às 08:00

Entre este mês de outubro e dezembro, fenômeno se intensifica ainda mais; Jundiaí possui Grupo de Trabalho (GT) de Governança Climática para discutir ações preventivas

O El Niño deve ficar mais intenso entre este mês de outubro e dezembro. Segundo o boletim do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a probabilidade do fenômeno entrar para a categoria “muito forte” é de 95%. O El Niño pode continuar alterando as condições climáticas no Brasil até o primeiro trimestre de 2027, com previsão de temperaturas acima da média e concentração de chuvas em determinadas regiões do país. 

De acordo com o boletim e conforme dados, parciais de setembro, do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), o número de cidades em situação de seca extrema passou de 4 para 24 em apenas um mês. Norte e Nordeste concentram os quadros mais severos de estiagem, além disso a combinação entre pouca chuva e temperaturas elevadas, aumenta o risco de incêndios nessas regiões.

Já na região Sul, o cenário é outro, a previsão é de chuvas acima da média, e possibilidade de cheias e inundações, Rio Grande do Sul e Santa Catarina podem ser os estados mais afetados. O Inmet também indicou precipitações acima da média em parte do Sudeste.

Grupo de Trabalho (GT) de Governança Climática

Divulgação: PMJ.

Em Jundiaí, o Grupo de Trabalho (GT) de Governança Climática reúne as secretárias municipais, DAE, Defesa Civil e Guarda Municipal para debaterem ações e fortalecerem o planejamento diante dos eventos climáticos extremos. O GT também mapeia vulnerabilidades, organiza informações, e define estratégias de adaptação e soluções para as mudanças climáticas. 

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